Há vários motivos para assistir um filme: pelo espetáculo, pelo riso, pela arte. E então há pessoas. Não pessoas que vão assistir aos filmes, mas as do próprio filme! Os personagens conjurados pelo ator que interpreta palavras do escritor, guiadas pelo diretor, através da celulóide do fotográfo, projetado na tela por um feixe de luz. Assim muitos nos convencem à acreditar de fato nessas pessoas tanto quanto nós acreditamos em...bem, essa é a magia! Isso é SPOILER! Isso é cinema!

30.6.05

Walt Disney - A Arte de Sonhar...


Parte 44: "Procurando Nemo" - 2003


A Pixar aprontou novamente! E desta vez, no fundo do mar. "Procurando Nemo", conta a história de Marlin, um peixe-palhaço que perde quase toda a família durante o ataque de um predador, e assim, se torna um pai super-protetor de seu unico filho, Nemo.

O problema é que tanta proteção acaba envergonhando o peixinho na frente dos colegas, e para provar ao pai que pode se virar sozinho, resolve nadar em mar aberto, quando é capturado por um mergulhador, e levado para a Austrália.Decidido a encontrá-lo, Marlin nada por todo o oceano, e enfrenta todo o tipo de perigo ao lado de Dory, uma peixinha muito simpática, mas com um grave problema de perda de memória recente.

O desenho completamente em 3D, traz também as tradicionais referências dos filmes anteriores da Pixar, como um mundo onde peixes e outros seres marinhos, vivem numa sociedade semelhante a de seres humanos. Os gráficos caprichados, possuem efeitos de brilho e de som que beiram a perfeição, tudo acompanhado de um roteiro seguro e bem amarrado. É daqueles filmes, que se já não contasse com uma história cativante, valeria o preço de um ingresso apenas pela parte técnica.

Este é o 5o. lançamento da bem-sucedida parceria Disney/Pixar, e fez um sucesso enorme nos cinemas. Mais do que isso, o filme entrou pra história como a animação mais rentável de todos os tempos.



29.6.05

Walt Disney - A Arte de Sonhar...


Parte 39: "Monstros S.A." - 2001


E a turma da Pixar acertou de novo! Não é muito correto colocar este ''Monstros S.A.'' como sendo da Disney e colocá-lo em oposição à ''Shrek'', da Dreamworks. É verdade que a Disney associou-se ao pessoal da Pixar desde o começo acertando com ''Toy Story'', ''Toy Story 2'' e ''Vida de Inseto'', mas antes disso eles já tinham levado alguns Oscars de curta de animação e seu estilo é muito particular, feito por efeitos digitais. Ou seja, o sucesso é mais mérito da Pixar do que da Disney (que realmente parece um pouco perdida em seus últimos desenhos, ''A Nova Onda do Imperador'' e ''Atlantis: O Reino Perdido'', que não deram muito certo). Essa concorrência ficou mais acirrada porque este ano deve haver um Oscar® para a categoria animação e a escolha certamente ficará entre este ''Monstros'' e ''Shrek'' (que é realmente o favorito).

De qualquer forma, ambos são legais, ambos tem apelo também para adultos e certamente funcionam melhor em suas versões originais, no caso com a participação de John Goodman e Billy Crystal dublando os papéis centrais, ou seja respectivamente de James P. Sullivan (Sullivan) e Mike Wazowski.

A idéia toda é bem bolada. Passa-se em Monstropolis, uma espécie de universo paralelo, habitado exclusivamente por Monstros dos mais variados tipos e formatos. Para gerar energia, eles têm uma usina especializada em assustar crianças saindo de uma porta de armário (é o grito de pavor delas que irá gerar essa energia, já que curiosamente eles lá como nós também estão tendo problemas de falta de energia! Veja como o tema é atual e oportuno!). Sulley é o campeão de eficiência dentre os Monstros, ou seja o mais assustador, o que naturalmente provoca muita inveja de seus rivais e orgulho de seu amigo e parceiro Mike. O curioso é que nesse lugar sucede o oposto, são os monstros que tem medo das crianças, que são consideradas perigos mortais. O problema surge quando aparece uma menininha, Boo, que não se assusta, ao contrário entra pela porta adentro e se agarra com Sulley, provocando uma série de confusões, problemas, corridas, atrapalhadas.

Muito bem roteirizado, tecnicamente impecável, engraçado, sem cair em excessos de mau gosto, o filme é sempre um prazer, onde o único problema é já termos nos acostumado com o padrão de qualidade da animação digital de tal maneira que nem se percebe mais sua evolução e brilhantismo. Não sei muito bem comparar com os outros filmes da Pixar, para mim todos são bons e igualmente recomendados. Aqui não há quase canções apenas nos letreiros (Randy Newman este sim parece se repetir) e aquelas brincadeiras de erros de gravação (ou filmagem) ao final não deu tempo ainda de ficarem prontas (ao que parece estão agora estreando nos EUA). Acompanha o filme um curta chamado ''For The Birds'', que é uma delícia, simples, direto, muito engraçado.

Por Rubens Ewald Filho


28.6.05

Walt Disney - A Arte de Sonhar...


Parte 34: "Dinossauros" - 2000


Outro filme sobre dinossauros? Depois de ''Parque dos Dinossauros'', a continuação ''O Mundo Perdido'', e os documentários televisivos que surgiram na esteira do filme de Spielberg, esta é uma reação natural, mas além de passar-se 65 milhões de anos atrás, o filme da Disney sabe compensar uma possível falta de originalidade temática.

Com uma história similar a de ''Em Busca do Vale Encantado'' (1988), incursão em desenho animado pelo mundo dos animais pré-históricos, ''Dinossauro'' acompanha Aladar, um iguanodon criado por lêmures (parentes do macaco), que após a ação devastadora de uma chuva de meteoros, une-se a um grupo de dinossauros numa dramática jornada em busca de um lugar seguro para se fazer os ninhos.

O filme segue a fórmula da sempre bem-vinda cartilha moral Disney, mas exalta valores como companheirismo, compreensão e respeito sem descuidar-se da ação, do humor, e do romance.

É difícil resistir aos visuais deslumbrantes (combinação de cenários reais com imagens feitas pelo computador) ou aquela simpatia típica do estúdio e, portanto, os clichês não comprometem uma ótima diversão, com boa música de James Newton Howard.

O avanço da computação gráfica abriu uma nova porta para o cinema, e assim como ''Toy Story'', ''Dinossauro'' demonstra que um filme feito através do computador pode ser tão empolgante quanto qualquer outro.

Por Fábio Massaine Scrivano


27.6.05

Walt Disney - A Arte de Sonhar...


Parte 29: "James e o Pêssego Gigante" - 1996


Com ``James e o Pêssego Gigante'', os estúdios Disney (em associação à produtora Allied Filmmakers) conquistam estética mais sofisticada no desenho animado, com estilo que ao mesmo tempo é verossímil e mais difícil de ser decodificado pelo público de massa, do que, por exemplo "A Bela e a Fera'' ou "Pocahontas''.

Trata-se de uma virtude, pois o filme, dirigido por Henry Selick (de ``O Estranho Mundo de Jack''), ensina e diverte com traços ásperos, sombras e imagens surrealistas, além do humor peculiar às produções Disney.

"James e o Pêssego Gigante'', adaptado de livro do escritor Roald Dahl (1916-1990), mistura atores, bonecos, computação gráfica para contar a história de um solitário garoto de 9 anos. Órfão, maltratado por tias abomináveis e privado da companhia de crianças, a melhor amiga de James é uma aranha.

Elementos mágicos criam um enorme pêssego que transporta James e seus amigos insetos por uma incrível viagem, a bordo do pêssego, até a Nova York da década de 40. Dahl é mestre em apresentar ao público infantil estados de impasse como se fossem piadas engraçadas e sem importância. "James e o Pêssego Gigante'' só não consegue ser melhor do que "O Rei Leão'' e "Fantasia''.



26.6.05

Walt Disney - A Arte de Sonhar...


Parte 24: "O Estranho Mundo de Jack" - 1993


Um dos melhores filmes da carreira de Burton, todo feito com animação de bonecos em stop motion, que rendeu muito trabalho, mas com resultado exemplar. O diretor conta a história de Jack, uma espécie de assessor encarregado de realizar todos os anos o Halloween. Numa crise de criatividade para o Dia das Bruxas que se aproxima, Jack, deprimido, sai vagando sem destino até descobrir em um bosque a entrada para um mundo totalmente desconhecido por ele: o mundo do Natal!
Assombrado com o que descobriu sobre as festas natalinas, Jack volta ao mundo do Halloween cheio de novidades, achando que o Natal é como o Dia das Bruxas, só que distribuindo o terror de forma diferente. Os habitantes do mundo do Halloween decidem, sob a supervisão de Jack, seqüestrar Papai Noel e semear o terror, tomando seu lugar no trenó e viajando pelo mundo.

Mas Sally, a boneca de pano do cientista maluco da cidade, apaixona-se por Jack descobrindo que ele não é mau, apenas fora criado para desempenhar sua função. Cabe a ela abrir os olhos do amado para que o Natal não seja desvirtuado, e para salvarem Noel das garras do abominável Monstro Verde.

Este filme é exibido em TV?s de todo o mundo na época do Natal, e será muito lembrado com o lançamento do próximo filme de Jim Carrey, ''O Grinch'', numa história muito parecida, que aproxima muito ambas as produções.



25.6.05

Walt Disney - A Arte de Sonhar...


Parte 19: "O Ratinho Detetive" - 1986


Simpático e divertido longa-metragem de animação da Disney, contando as aventuras de Basil, um camundongo detetive, na investigação do desaparecimento de outro ratinho.

Como Sherlock Holmes, Basil age nas enevoadas ruas da velha Londres vitoriana. História e personagens são atraentes ao público infantil, mas tecnicamente o desenho está muito abaixo do tradicional padrão da Disney. Na verdade, em execução o desenho parece mais um especial da Hanna-Barbera para a TV.

Curiosamente na seqüência final, dentro das engrenagens do Big Ben, houve uma tímida utilização de recursos de computação gráfica. Na época, o recurso utilizado gerou duras críticas sobre a "pureza" do tradicional trabalho dos desenhistas. Hoje em dia o computador é um recurso normal e altamente respeitado.



24.6.05

Walt Disney - A Arte de Sonhar...


Parte 14: "Os Aristogatas" - 1970


Esse é o primeiro desenho feito após a morte de Walt Disney e conta a história de uma rica senhora parisiense que tem como única companhia sua gata Duquesa e os três adoráveis filhotes dela.

A Duquesa ensina boa educação aos filhos, que estudam canto, piano e pintura. São tão finos que têm como grande amigo um rato. Quando a dona dos gatos resolve deixar toda a sua fortuna para seus animais, Edgar, o mordomo -sempre ele-, decide raptá-los, abandonando-os no interior da França. Assim, ele se tornaria o herdeiro.

Mas Duquesa e os filhotes irão encontrar um gato galanteador e vagabundo que os acompanhará em sua jornada de volta a Paris.

Assim como em "A Dama e o Vagabundo", a grã-fina e o vira-lata se apaixonam, mas ela não quer deixar sua casa. No retorno à mansão, A Duquesa e os gatinhos terão contato com animais que vivem no suburbio, entre eles uma banda de jazz exclusiva para gatos. Aliás, a música, sempre importante nos filmes da Disney, até então de inspiração francesa, passa então a ser jazz, e o desenho ganha até alguns toques -leves- de psicodelismo.



23.6.05

Walt Disney - A Arte de Sonhar...


Parte 9: "A Dama e o Vagabundo" - 1955


Não há dúvida: a cena que fica na memória é aquela do Vagabundo dividindo um prato de macarrão com a Dama, quando surge um beijo entre eles. Trata-se do primeiro longa-metragem dos estúdios de Walt Disney com história adaptada de um romance - escrito por Ward Greene. Com ''Branca de Neve e os Sete Anões'', de 1937, ou ''Pinóquio'', de 1940, ''A Dama e o Vagabundo'' está entre os grandes clássicos dos desenhos animados.

A Dama é uma cachorrinha de raça, fina e elegante, que se vê vítima de uma grande injustiça no castelo onde vive. Expulsa de casa, vaga pelas ruas solitária e infeliz. Até que encontra o Vagabundo, um cão vira-latas simpático e disposto a ajudar a bela Dama. Vagabundo vai mostrar à nova amiga, por quem obviamente se apaixona, o lado bom e divertido da cidade.

A história se passa na Nova Inglaterra, cenário que exigiu dos desenhistas da equipe de Disney extrema criatividade para alcançar o realismo das mansões aristocráticas. Ub Iwerks, tradicional colaborador de Disney e que fazia parte dos chamados ''velhinhos do estúdio'', também assina este projeto ambicioso que contou com uma equipe de mais de 150 animadores - entre eles Milt Kahl, Franklin Thomas, John Lounsbery e Wolfgang Reitherman, todos presentes nas mais populares obras de Walt Disney. As canções originais foram compostas por Sonny Burke e Peggy Lee.

Por Marcos Petrucelli


22.6.05

Walt Disney - A Arte de Sonhar...


Parte 4: "Dumbo" - 1941


As pessoas costumam associar filmes de baixo orçamento a filmes ruins, de má qualidade. Essa associação muitas vezes tem fundamento, basta olharmos algumas seqüências inspiradas em clássicos da Disney. Mas já houve uma época em que querer repor o dinheiro perdido com grandes produções que não deram certo nos trouxe um dos mais belos clássicos que os estúdios de Walt Disney já fez: "Dumbo".

Após o mau desempenho de "Pinóquio" e "Fantasia" (ambos de 1940) nas bilheterias, Walt Disney resolveu que teria de produzir um filme de baixo orçamento que lhe devolvesse parte do dinheiro perdido com suas duas superproduções. Eis que surge um pequeno livro, de apenas 8 gravuras, criado por Helen Aberson e Harold Pearl. Disney entregou o livrinho a seus artistas e perguntou o que eles poderiam fazer com a historinha. E foi desse livreto que a história do elefantinho orelhudo saiu.

"Dumbo" levou apenas 16 meses para ser finalizado totalmente e teve um orçamento de $812.000. Somente em sua estréia original, em 1941, arrecadou cerca de $1,5 milhão. Assim os estúdios conseguiram tirar a conta do vermelho e o que seria um curta animado de apenas 20 minutos, acabou se transformando no animado de maior sucesso até 1950 quando "CInderela" repetiu o feito.

O filme conta a história de um pequeno elefante que é levado por uma cegonha até o circo onde a Sra. Jumbo, a mamãe elefante, o espera ansiosamente. Dumbo "nasce" com orelhas enormes que logo tornam-se alvo de piadas para os animais e visitantes do circo. Após ser separado injustamente de sua mãe, Dumbo se vê totalmente sozinho, pois nem as elefantas, que se diziam amigas de sua mãe, dão uma trégua para suas enormes orelhas. É aí que um ratinho chamado Timóteo resolve ajudar Dumbo e torná-lo um verdadeiro artista de circo. Após algumas tentativas de números em que Dumbo poderia ser a estrela principal que não deram certo, Timóteo tem a idéia de fazer Dumbo voar usando suas enormes orelhas.

Com uma sensibilidade incrível, o filme trata de assuntos como o preconceito de forma sutil, mas deixando bem claro que esse tipo de coisa existe e que o filme está ali para denunciá-las. Toda a simplicidade da história passa longe de se tornar um empecilho para o desenvolvimento ideológico do filme, que tem como pano de fundo mostrar aos que assistem que temos de conviver com as diferenças da melhor forma possível. Além disso, "Dumbo" mostra que até em desenhos animados os personagens passam por situações difíceis. A cena em que a mãe de Dumbo é isolada dos outros elefantes e Dumbo lamenta a perda sua mãe em silêncio passa uma emoção tão grande, que é difícil não sentir-se tocado. Enquanto Dumbo derrama suas lágrimas silenciosas, as elefantas insistem em fazer comentários sobre as orelhas de Dumbo e a prisão de sua mãe.

Vladimir Tytla, responsável por animar Dumbo, queria que o personagem tivesse as feições mais parecidas com um bebê de verdade possível. Para isso ele inspirou-se em seu filho de 2 anos. Com isso, Tytla conseguiu expressões faciais tão realistas, que o elefantinho não precisou soltar um ruído sequer durante todo o filme para demonstrar o que estava sentindo. Mas o trabalho desse animador vai mais além, Dumbo tem toda a inocência de uma criança de verdade. A humanidade desse personagem é comparável a filmes com pessoas de carne e osso. Dumbo só vai perceber que está sendo vítima de um preconceito quando sua mãe se revolta com as maldades de um menino contra seu filhotinho, ou seja, Dumbo é tão puro que não conseguia ver maldade nas atitudes dos outros, uma característica bastante peculiar às crianças pequenas.

Alguns julgam injustamente esse filme pela sua animação não muito sofisticada, e realmente, quem passa o olho sem compromisso, pode achá-la simples demais. mas tudo nesse filme, inclusive a crueza de sua animação é pura poesia.

Para se ter uma idéia, até o tipo de filmagem das cenas foi feito de forma lenta, para dar a perspectiva de que a história está sendo contada do ponto de vista de Dumbo. Já que os elefantes passam a imagem de um ser devagar. Um cuidado a mais que os artistas tiveram para tornar o filme ainda mais sensibilizado.

Mas nem mesmo o próprio Walt Disney tomou consciência imediata da grandiosidade de "Dumbo". Disney rejeitou o filme por ele ter feito mais sucesso do que outros projetos em que estava intimamente envolvido, como "Fantasia" e "Pinóquio" e também por ter apostado no projeto apenas como uma solução financeira. Sendo assim, o pai do Mickey demorou a reconhecer que DUMBO havia se transformado em um bom filme de animação, mesmo avaliando que sua equipe de artistas estava realizando um bom trabalho durante a produção.

As músicas carismáticas de "Dumbo" renderam ao filme um Oscar de Melhor Trilha Sonora. Dentre elas destacam-se Baby Mine (que foi indicada ao Oscar de Melhor Canção), uma música emocionante que a mãe de Dumbo canta para ele quando o elefantinho vai visitá-la em sua "prisão". Além disso "Dumbo" conta com o número musical mais psicodélico já feito em um animado Disney, "Pink Elephants on Parade". Após se embriagar inconscientemente, Dumbo começa a ver elefantes rosas que dançam e aprontam. O número é ótimo e é o ponto alto da animação do filme, a arte conceitual utilizada nos elefantes é incrível. Uma releitura da dança dos elefantes cor de rosa pode ser vista em "Nem Que a Vaca Tussa", onde vacas ficam coloridas ao ouvirem a musica hipnótica do ladrão Alameda Slim, mas o número não dá tão certo como em "Dumbo".

Não foi à toa que "Dumbo" conquistou milhares de crianças, e se tornou um dos personagens mais amados do mundo, com direito até a uma capa da revista "Times", que só não aconteceu por causa do atentado a Pearl Harbor, Dumbo então, teve de ceder a capa para um general japonês. Sua simplicidade e seu poder de provocar emoções das mais diversas nos que assistem fazem de "Dumbo" mais um grande clássico Disney. Poesia, simplicidade e originalidade, são na minha opinião, as palavras perfeitas para definir esse grande feito da animação.

Por Lóiam Torres - Animatoons